quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Adivinhe!



Há coisas que não dizem, ela apenas podem ser adivinhadas.
(Santa Teresa de Lisieux)

Em carta do mês de Agosto, deixava-lhe transparecer meu grande desejo:
"Tenho imensa esperança de que a felicidade integral recaia sobre todos nós, sem exceção de pessoa alguma.
É meu maior desejo que todos atravessando as crises iniciais e hoje, quase vitoriosos, avistemos o porto que nos dará guarida. 
Olhe como as orlas estão floridas...
Não era assim que meu tudo desejava?
Ergamos graças a Deus.
Nossa bússola guiou-nos muito bem.
O mar se encapelou algumas vezes; algumas vezes sentimos os seus abalos; seus abalos muito nos amedrontou e fez sofrer;
Todavia, ele, o barquinho da felicidade, vai aportar intato, sem mácula de grave extensão.
A maré deixou-lhe marcas de leve somente, marcas que, com suave pintura, desaparecerá qualquer desgaste.
Podemos dizer , com orgulho: galgamos as montanhas do mar de nossas vidas...
As cartas se cruzavam e nosso amor crescia.
Era tudo o que desejávamos.


(Continua)...

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