quinta-feira, 1 de junho de 2017

Desencanto (I)


Embargar a voz,
Aperto no peito,
Lágrimas a rolar na face, 
A vida tem um destino,
Tive o meu...

Fiz do meu limão uma limonada. 

Julgava-me com o coração brindado:
Invadiu-me o Desencanto
Arrancou-me um pedaço...
Sem mais nem menos...
De uma forma monstruosa e atroz....
Arrancando com as mãos...

Sem anestesia... 
Todo meu amor.

3 comentários:

  1. Pois é minha amiga, não somos blindados para as coisas do coração.
    Há desencantos que nos assoreiam o solo e nos fazem balançar, sofrer, depurar e renascer mais lindos e fortes. É preciso crer nesta revolução.
    Bela construção neste encanto abalado neste canto do amor.
    Um carinhoso abraço e bom lindo fim de semana abençoado.
    Bjs de paz.

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  2. Precioso e intenso poema.
    Un abrazo.

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